ogatodaodete

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

é 10!

Buzoncitos 2010


domingo, 27 de dezembro de 2009

It's Over

It's over-byAlephunky




Outro ano,
Outro novo.
Votos,
promessas...
Re Novo
Vencida,
Me obrigo
Ao re começo
à muito custo
e alto preço.
A todos, meus votos
Feliz Ano Novo
Em 2011 eu volto

Praian(d)o

.


teus balbucios
moinho de ventos
assopram ser-tons
e me espraiam
arenosa que sou
horizontal mente


Lou Vilela in Nudez Poética

.


quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

F E L I Z <| |--- <| __|


quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

B - silla









segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Parque da Água Branca em São Paulo




add and return n. 14 with Ptrzia TICTAC



eu lhe desejo
um NATAL de paz
e tudo que a ARTE
inda for capaz
e
um Dois Mil e Dez
com muito AMOR
da cabeça aos pés

arturgomes
SampleAndo
http://artur-gomes.blogspot.com/

domingo, 20 de dezembro de 2009

Estranha Mulher

Arte: Octavio Campos





Estranha mulher


que me clama


ora flor sedução


noutra, verde folha


da escolha


antes da decisão


nem sempre precisa


mas incisiva


no erro


no amor


na conclusão

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009




Afoita
A espera

Sob nossas cabeças
Está o espaço que se estica
Entre a flecha e a maçã

Açoita
A expectativa

O trajeto que se traduz nos olhos
Traz o rosto de quem corre o risco
Debaixo de cada capuz


Abrupta
A esperança
Agride o alvo com seu jeito imóvel








...

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

rasos, 1

romério rômulo

1.éramos de dois. cada um no seu cada.
rio de rio que lhe se desfaz. amplos de
mundo, tudo. alargado coração em corpo.
similares das margens.

2.trago margens de rios. peixes me lambem.
como visgo, vejo coração. cabelo de
retardo. a caminhada é sol que rumino.
a solidão pronta, jaça sem jaça.

3.
ontem, o través me trouxe. deixou-me
mudo, como que sangue. fiz-me em folha.

4.
anteontens quiseram mais. restaram
corpos em sobre. assins fazem.

(in: Tempo Quando, 1996)

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Monalisa

imagem mail: arte GERO






Imaginaram com muita fé

Monalisa em xícaras

De café????

É arte para quem pode,

não para quem quer.

Girassóis

.


Corpos paredes lençóis
permissivos.
Sibilam bocas
provocam olhos ouvidos


: pontos encontros de peles pelos
partes intumescidas.


Tudo cala.


A brisa sopra horas vencidas.
Florescência.
O dia amanhece em paz.




Lou Vilela in Nudez Poética


.









Jura Secreta 92

quero tudo que em teu corpo grita
silêncio onde a palavra é gozo
a lua em tua pele espelha
aquilo que tu’alma aflita
reclama por inda não ter repouso

Artur Gomes
http://poeticasfulinaimicas.blogspot.com

The End


segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

*




















.

só me regue

nos lençóis desse reggae - zélia duncan



só me regue


eu não te peço muita coisa, honey
apenas um par de
polaroides de viagem
e um help que traduza minha
semi-virgem vertigem
na ponta de outra
[tonta] língua

para que eu capte
no zoom [in]
o oculto sob o azul
da superfície

para que eu intercepte
[e soletre à tez da letra]
a palavra-chave, meu bem
que num passe de
real insensatez

te abre


valéria tarelho

domingo, 13 de dezembro de 2009






sábado, 12 de dezembro de 2009

.
HUNGRY

Photobucket

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add and return n. 22 with Enzo Correnti and Nina Todorovic

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Nau da vergonha


.

Escravos em um porão de embarcação



Aquele cheiro
[misto de suor e fezes]
me enjoava.
Os grilhões rangiam
ensurdecedores.
Precisava de amanhecer
sacudir em ondas e ser devorado.
Gritar, enfim, liberdade...
Liberdade!



Lou Vilela in Nudez Poética


.

marilyn monroe

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

sem nome, rosto, lugar

Arte: René Magritte


Quero amor

.....sem nome, rosto, lugar.

.....Alguém que, se minguada lua for,

.....venha estrela.



by hercília fernandes


Poema Visual de Constança Lucas: Beijos


segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

piratininga

.


avenidas me trespassam
rios correndo dentro
adagas
a chuva é tanta
lágrima
e o frio abraça por todo lado
violento
me comendo os ossos e adentro
a matriz desse amor difícil

forjado preto no branco
polis urbe úbere
treze listras amordaçam
profano
meu tesão paulista

cuspalavras inoculadas
do caos
jorra-me o aço da matéria
agora que só derivo
em linha férrea
aferrada à vaga sensação
de que na plataforma somos cúmplices
[não espalhe]
potencialmente suicidas
prestes a voar
e loucos pela vida
no susto de sermos um
no desvão do encontro átimo
último ato
a cidade feita a cada passo

e antes que perceba
e antes que anoiteça
e antes que as putas da augusta
me reconheçam...
o violinista de terno chama
tocando Bach só para mim
:sem saber que apaixonada
posso dar meia volta e sorrir



(Mercedes Lorenzo)


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domingo, 6 de dezembro de 2009

Amigos Poéticos - Poesia Visual

a


Libro de Poesía Visual compartido con amigos
presentado en la Barraca Vorticista
el 5-12-09 - Día Del Arte Correo


mas poesía visual

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sábado, 5 de dezembro de 2009

Casa de Poesias - poemas visuais de Constança Lucas


Nome da exposição: Casa de Poesias

Poemas visuais de Constança Lucas

até o dia 18/12/09

Parque da Água Branca

São Paulo -SP


A transparência como caminho de leituras múltiplas, poemas visuais, colocados nos vidros, para serem vistos / lidos por dentro e por fora da casa de vidro.

Transformando o espaço expositivo numa Casa de Poesias - poesia desenhada como palavra e desenhada como imagem.

Todos os poemas visuais desta proposta artística são receptáculos. Receptáculo local que acolhe, guarda, abriga, recolhe...

O frasco e a chávena são objetos com discursos próprios, cujas formas desenho de memória a partir do meu repertório como observadora desses objetos presentes no cotidiano privado e público da maioria das pessoas. Tenho em consideração as qualidades plásticas e gráficas da linha na construção do desenho de cada um deles.

Crio sintaxes gráficas e poéticas sobre experiências visuais e espirituais. Os desenhos dos receptáculos e os desenhos das palavras fundem-se e formam os poemas visuais.

Constança Lucas

constancalucas.blogspot.com

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009


quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Alambrado Poético

fractal

clique na imagem
para o amigo tanussi cardoso

horizontal


dos mais inesperados aeroportos alço novo plano de vôo no cheiro da tempestade. rotas tortas acrobacias e rasante as trajetórias se confundem nos meus horizontes.

ao longo da noite longe a pista se acende em fracas luzes. os olhos turvam-se na des-medida distância... ajeito os óculos na cara acendo outro cigarro e no meu peito ardem as horas que me consome.

dias meses anos séculos: cicatriza-se o tempo que jamais me pertenceu.

sidnei olivio

___abastança


A saudade é-me tão intensa...



Nem mesmo as cores de Monet
e os sustos de Chagall conseguem



expressar, com ciência e reverberação,
o caos que se ordena em grãos

e a abastança
em meus sentimentos.



quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

silêncio gritos & sussurros

o seu corpo do poema
pede-me silêncio
ou algazarra?

farrade bocas pernas coxas línguas e dedos
nos recantos mais profundos
por onde dorme o teu desejo?

carícias delicadas
pela nuca em torno da orelha
lábios deslizando
ao redor do teu umbigo?

o que o seu corpo do poema
quer viver comigo?

o seu corpo do poema
no deserto das delícias
é escorpião ou percevejo?

é calmaria ou tempestade
no alto mar da liberdade
pede-me noite ou claridade
ou

implora-me desesperadamente
os mais selvagens beijos?

arturgomes
sampleAndo
http://artur-gomes.blogspot.com/

Afrodidea







terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Poema Visual de Constança Lucas: Poesia Use


Discover Caetano Veloso!